Igreja mundial · 1 de novembro de 2026
Liturgias celebram Todos os Santos
A celebração litúrgica de Todos os Santos homenageia homens, mulheres, crianças e jovens de todas as épocas que aceitaram o Evangelho e testemunharam sua fé. A festividade abrange tanto os santos conhecidos quanto aqueles cujos nomes, rostos e histórias permanecem desconhecidos, mas que são vistos pela fé como luzes no céu de Deus.
Os santos são descritos como pessoas que viveram as Bem Aventuranças, sendo misericordiosos, pacificadores, sinceros e capazes de perdoar e amar. Em tempos de perseguição, quando foram injustamente torturados, ofendidos ou insultados, eles preferiram a morte à traição de sua fidelidade ao Senhor.
De acordo com as leituras litúrgicas, a santidade é apresentada como um dom de Deus e um trabalho constante, acessível a todos. Para alcançar esse estado, não são necessários atos extraordinários, milagres ou dons excepcionais, mas sim a disposição de ouvir Jesus e segui-lo, mantendo o espírito diante das dificuldades.
As biografias dos santos relatam que a obediência aos desígnios divinos pode levar a provações indescritíveis, sofrimentos, perseguições e martírio. A celebração enfatiza que a santidade surge da aceitação do amor do Pai e do reconhecimento de que todos são filhos de Deus.
O texto menciona a visão do apóstolo João no Livro do Apocalipse, que descreve uma multidão incontável de pessoas de todas as tribos, nações, povos e línguas diante do trono. Entre eles, estão os cento e quarenta e quatro mil selados de todas as tribos dos filhos de Israel.
Esses indivíduos são descritos como aqueles que vieram de uma grande tribulação e lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro. Eles formam uma comunidade unida que se entregou ao amor misericordioso de Deus, confiando plenamente a Ele.