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Igreja mundial · 22 de outubro de 2026

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Reflexão sobre o novo templo e a nova criação

Motorcycle and cars on a sunny city street
Omar / Unsplash

Um sermão abordou a passagem de João 2:13-22, onde Jesus menciona a destruição do templo e sua ressurreição em três dias. O autor, o apóstolo João, inicia o texto contextualizando a cena na Páscoa judaica, um momento crucial que celebra a libertação do Egito, e o templo de Jerusalém, considerado a casa de Deus pelos judeus. O templo era visto como o local de encontro entre Deus e seu povo.

O sermão destaca que, embora o templo estivesse realizando sacrifícios aparentemente normais, Jesus percebeu que a prática se tornara semelhante a um comércio. Ele critica essa situação, referindo-se a uma passagem do livro de Isaías que expressa a repulsa de Deus pelos rituais que perderam seu significado.

A mensagem central é que a intervenção de Jesus no templo sinaliza o fim de uma era e o início de uma nova. Quando os judeus questionam Jesus sobre qual sinal ele poderia oferecer para justificar suas ações, ele responde que o templo seria destruído e reconstruído em três dias, referindo-se à sua própria ressurreição.

João esclarece que o templo ao qual Jesus se referia era seu próprio corpo, enfatizando que essa nova realidade é a consumação das profecias do Antigo Testamento. A ideia de que o corpo de Jesus é o novo templo representa uma mudança significativa na forma como Deus se relaciona com a humanidade.

Além disso, o sermão convida os ouvintes a refletirem sobre o significado de serem considerados templos do Espírito Santo e a sua responsabilidade de viver de acordo com a justiça e a santidade de Deus. A mensagem finaliza com um chamado à ação, encorajando os fiéis a abraçarem sua identidade como novos seres criados em Cristo, com o propósito de espalhar o amor e a justiça de Deus no mundo.