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26 de outubro de 2026

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Quem pode falar em nome de Deus? Susan Smit sobre Hildegard von Bingen e místicas femininas

Police officers in riot gear stand in formation
ui-martin / Unsplash

As visões de místicas femininas como a medieval Hildegard von Bingen foram uma vez empurradas para as margens da igreja. A escritora Susan Smit reconhece em Hildegard uma afinidade espiritual. Agora, com a mística e antigas tradições cristãs novamente em destaque, surge a pergunta: quanto espaço há hoje para a espiritualidade feminina?

Smit refuta a ideia de que Hildegard possa ser considerada uma bruxa. Ela expressa claramente sua posição, afirmando que a palavra "bruxa" está tão contaminada que ela nunca usaria esse termo ao se referir a Hildegard. A intensidade de sua reação demonstra o quanto Hildegard é importante para ela. Há mais de dez anos, Smit se inspira na abadessa medieval, mística e visionária, sobre a qual está escrevendo um romance.

Embora o artigo mencione outros tópicos, como a busca de judeus messiânicos e cristãos pelo restabelecimento da igreja em Jerusalém ou a escolha de cristãos por acolhimento, a essência da discussão gira em torno da espiritualidade feminina representada por Hildegard.