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Igreja mundial · 11 de outubro de 2026

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Professore de Stanford recebe Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina 2026

man in black jacket and black pants riding on motorcycle on road during nighttime
Anand Kulkarni / Unsplash

Um professor de 54 anos da Universidade de Stanford foi anunciado como laureado com o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina 2026 por descobertas que levaram ao desenvolvimento da optogenética. A informação foi confirmada por seu laboratório e divulgada em comunicado oficial.

O pesquisador compartilhou o prêmio com os cientistas Peter Hegemann e Georg Nagel, ambos da Alemanha, reconhecidos por seus estudos sobre proteínas sensíveis à luz. A notícia chegou ao laureado durante a madrugada, quando ele ainda estava revisando trabalhos de estudantes antes de dormir.

Ao receber a comunicação do Comitê Nobel, o cientista relatou que ficou surpreso e perdeu temporariamente a capacidade de falar por cerca de 30 segundos. Ele contou que precisou de alguns instantes para organizar as palavras antes de contactar sua mãe, que foi a primeira pessoa a ser informada da conquista.

A família do laureado ainda estava dormindo na residência de Stanford quando os telefonemas de imprensa e colegas começaram a chegar. Em poucos minutos, o laboratório organizou um vídeo no qual o professor compartilha a novidade com os filhos, que comemoram a vitória com abraços.

O professor explicou que pretende retomar imediatamente suas atividades de pesquisa, apesar da distinção máxima no campo científico. Ele afirmou que ainda há muito a descobrir e que seu trabalho continuará voltado para ajudar pessoas por meio de avanços em neurociência.

A optogenética, técnica premiada, permite o controle de células cerebrais mediante estímulo luminoso. O método surgiu a partir da investigação de proteínas fotossensíveis em organismos unicelulares, como algas, e foi adaptado para uso em neurônios de mamíferos.

Segundo o laureado, a técnica pode ser descrita de forma simples para crianças: "Podemos usar luz para ligar ou desligar células cerebrais. Tomamos moléculas pequenas de algas e, com um laser, as transformamos em um interruptor que controla a atividade neural."

O reconhecimento abre novas possibilidades para o estudo de movimentos, emoções, memória e comportamentos, além de possíveis aplicações terapêuticas em doenças neurológicas ainda em fase experimental.

O professor mantém dupla atuação como docente em bioengenharia, psiquiatria e ciências comportamentais, além de exercer a clínica como psiquiatra que atende pacientes com depressão resistente a tratamento.

A rotina familiar inclui a preparação diária de seis sanduíches para os três filhos, um hábito que o laureado não deixou de seguir mesmo após a conquista do Nobel.

O evento ocorreu em 8 de outubro de 2026, data registrada no sistema de notificação do comitê.

A família reagiu com entusiasmo ao receber a notícia, especialmente os filhos mais novos que ainda estavam aprendendo a compreender a magnitude do prêmio.

O professor destacou que a distinção não altera seu compromisso com a pesquisa e com o atendimento clínico a pacientes em necessidade.

A equipe de comunicação da universidade divulgou imagens do laboratório e do momento em que o laureado compartilha a conquista com os filhos.

A notícia foi publicada pela agência de comunicação internacional que cobre eventos acadêmicos e científicos.