Igreja mundial · 29 de outubro de 2026
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Futuro da Igreja não depende de eficácia humana, afirma reflexão
O futuro da Igreja não pode ser planejado de outra forma senão da maneira como Jesus o conduz, não dependendo da previdência, eficácia ou operatividade humana.
A ação de Deus inicia-se a partir de minorias e frequentemente ocorre de forma oculta, o que provoca as pessoas a terem fé apesar das aparências. Esse processo é comparado a sementes que geram vida através do definhamento ou a fermentos que proporcionam crescimento no oculto.
As parábolas do grão de mostarda e do fermento, extraídas do Evangelho de Lucas, servem como auxílio para observar a ação divina sob outra perspectiva. O grão de mostarda, plantado em um jardim, torna-se uma árvore grande onde as aves do céu fazem seus ninhos, enquanto uma pequena quantidade de fermento faz com que toda a farinha cresça.
Essas histórias são apresentadas como incentivos à confiança e à esperança, indicando que a comunidade dos discípulos garante o crescimento se estiver reunida em torno de Jesus, mesmo sendo pequena e insignificante.
A reflexão convida à adoção de características divinas, como a humildade, a modéstia e o não se impor. O texto menciona que a salvação está ligada à palavra da cruz, que humanamente não teria significado, mas que funciona como a semente que se torna árvore e o fermento que dá vida ao mundo.